É mais uma necessidade, sabes? Esse negócio de escrita. Sempre foi. Pelo menos as letras falam comigo, batem, escandalizam, gritam, beijam... Elas me são caras. Caríssimas! Agora já virou vital, porque o espaço que tem dentro de mim, para os meus pensamentos, já é ínfimo! Eles já travam batalhas horrendas! As vezes há mortes de idéias e sentimentos que transbordam pelos olhos. Mas há vitórias! ... Ou devem haver, assim espero.
Então que this space seja uma coisa desvairada, que sendo sem sentido algum, tem todo o sentido! Que não falando nada, diga tudo. Que mentido, diga a verdade e falando a verdade, minta. Que sorria quando chore, e as lágrimas banhem o sorriso. Que grite o silêncio, o meu silêncio e o de tantos outros falantes mudos! Que os surdos ouçam a melodia do impossível, que é tão mais possível com mon art ! Enfim.... que THIS fale da ´´paulicéia um tanto desvairada`` que está la vie!
Eu sei. É mais uma necessidade mesmo. Elas, as palavras, as idéias mal formadas, vagas, psoteriormente abortadas de forma prematura, esquecidas, teimam em querer sair de nós, seja em crõnica, em cartas, em longos e-mails, em longas postagens, em peças, em roteiros. Elas precisam sair de nós porque outras precisam ocupar o lugar delas.É mais ou menos assim, não é? Mas nos momentos em que elas, palavras e idéias, nos faltam ou não querem vir que falta que ela nos fazem...rs..que falta.
ResponderExcluirtava fuçando uns pseudopoemas meus para talvez usar na aula de DramaturgiaI e encontrei este que acho tudo a ver com essa sua postagem. è um poema muito ruim, não mostro pra ninguém essas porcarias da adolescência mas, sei lá, me senti seguro pra te mostrar..rsrs...
ResponderExcluirMINHA FAMINTA LITERATURA:
Eu escrevo com fome/ com fome de idéias,/ com fome de cenas, / com fome de guerra / e me alimento de cada poema / que escrevo / e isso me faz crescer
expandir-me, / e nunca estou satisfeito / sempre busco / mais e mais comida /
eu escrevo demais / como demais / me dá indigestão
hahahaha q ÓTIMO! pq não mostras? MOSTRE! Ele é fantástico! É isso mesmo! FOME...FOME...FOME!! Tudo com excesso=P Esses poemas da adolescência, esses mais antigos são tão sinceros e complexamente simples!=] adorei;)
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